Passarelas, roupas, sapatos, acessórios. Fashion, grifes, status. O que faz uma pessoa desligada do universo da moda, contra marcas e toda a indústria que vive de aparências, ficar sonhando acordada com um dia de compras desenfreadas no shopping e olhando o catálogo da Tiffany’s online?
Essa pessoa, eu, passou a se interessar pelo mundo da moda em O Diabo Veste Prada. (Quando eu digo ‘se interessar’ quero dizer: Admirar o belo, ter sonhos de consumo fashion e admitir que no fundo eu sou consumista sim e adoraria comprar um Manolo. Mas só isso, o limite do meu cartão de crédito não permitiria comprar um Manolinho sequer…)
Antes do filme com Anna Hathaway eu não sabia nem quem era Ana Wintour e hoje até que concordo que ser assistente da lady em questão é o sonho de 11 em cada 10 garotas!
Eu sei meninas, admitir ter um lado fútil bem maior que o permitido não é fácil. Mas aí a senhora atrasada aqui descobriu Sex And The City. Quatro mulheres maravilhosas, a cidade que nunca dorme e todo aquele figurino. Meus Deus! Fosse eu Carrie Bradshaw essas horas seria a sem-teto mais bem vestida de Nova York. Ainda acho que a maioria das modelos vivem com cara de fome, exceto nos desfiles da Victoria’s Secret, que são um acontecimento do qual eu adoraria participar (na platéia, of course).
Na verdade eu acho é que a moda está na moda. Todos falam só falam disso e me parece a moda está mais acessível. Não que a Gucci esteja financiando, mas podemos olhar as coleções, comentar e porque não… copiar. Já que estou confessando mesmo, devo dizer que esses dias eu quase comprei uma Vogue!
Vestindo as minhas roupas da coleção passada das Lojas Renner fico por aqui sonhando em possuir e caber no modelito aí da foto. E que São Versace nos proteja!
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