Uma disputa que poderia ter acontecido numa caixa de bonecas foi levada aos tribunais norte-americanos: Barbie x Bratz.

A Mattel, fabricante da Barbie, acusa o designer que criou as Bratz, Carter Bryant, de tê-las desenhado ainda quando trabalhava na Mattel, e não na empresa onde trabalha hoje, a MGA, que por sinal, cresceu em função das vendas das Bratz - US$ 500 milhões por ano, ou US$ 2 bilhões segundo outras fontes.

Enfim, toda a briga gira em torno da elaboração das Bratz, criadas para superar a Barbie por ter um visual mais jovem e sexy que o da antecessora.

Auto lá! E nós achávamos que a Barbie era prejudicial para o imaginário feminino!

Afinal, sem querer querendo desde 1959 elas distorcem a imagem de mulher ideal na cabeça das garotas, com a mensagem de que não importa o que você venha a ser, desde que seja peituda e bonita. As Bratz são tão ou mais fúteis que a Barbie, com a diferença de tentarem ser mais sexies, com maquiagem pesada e beiços apelativos.

Na semana passada, Mari, Gi e eu comentávamos que hoje em dia as meninas não brincam mais de Moranguinho, brincam de Moranguete, um híbrido de Moranguinho com piriguete, pronta pra dar para o Limãozinho. Ah, meu Pai!

Isso me leva a pensar que a Barbie não era tão ruim assim, ela podia ser peituda, mas pelo menos não era má intencionada.

Seja o que for, espero que minha filha, se eu vier a ter uma, puxe a mãe e prefira brincar de Playmobil, que além de mais criativos, custam menos que uma Barbie, hihihi!

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