Minhas férias não foram na Índia, mas pude refletir, e abrir as minhas portas da percepção[bb] para muitas coisas, entre elas a família. Não, eu não descobri que a família é tudo que uma pessoa pode ter, o porto seguro e blábláblá. Isso eu sempre soube.

Renovei e fortaleci laços de amizades com os meus primos, que arrisco a dizer, são os mais fortes que há. Sempre sofremos com a distância e por não estarmos juntos em momentos importantes das nossas vidas. Mas, por mais que tenhamos aqueles bons e velhos amigos aos meus primos pertence uma parte de mim a qual nem o mais íntimo dos amigos terá noção do que é: eles têm a minha infância. Época em que somos e ponto. Não tem tipo, não existe uma ‘imagem a ser zelada’, é sinceridade pura. È meu passado me condena, mesmo.

A trupe estava incompleta e ainda assim saquei o quantos eles são importantes, e o quanto eu queria fazer dessas férias a minha rotina.

Galera, o momento é Emo total, mas não é o máximo relembrar dos tempos em que a maior preocupação eram os desenhos animados? As férias na praia? Garanto que remexendo um pouco todos são capazes de lembrar como era divertido ser criança, esperar o Natal, ficar angustiado com a demora da chegada dos primos.

A brincadeira mudou um pouco, mas a diversão ainda está lá, junto com os primos fiéis. Guigo e Mah obrigada pela ótima última noite de férias em Curitiba.

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