Me expliquem por que determinados laboratórios pagam tão caro para ter propagandas tão ruins na tv? Cara, é insano, de dez comerciais de remédios, pelo menos nove são lamentavelmente grosseiros, chatos ou no mínimo ridículos. Antes, achava que a opinão era só minha, até que meus caros colegas de trabalho *em off*, confirmaram as teorias que eu creditava à minha rabugice.

Ok, pode ser uma prova de que falar de doença não é algo que possa ser feito com naturalidade. E, diga-se de passagem, não é interessante contar aos seus amigos os detalhes dos sintomas que te afligiram na última virose. Mas o fato é que os publicitários conseguem traduzir essse mal estar com as doenças nos trabalhos que realizam. Diariamente provamos o amargo gosto de peças publicitárias como estas:

The worst ever:
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Sim, é supenatural chegar no trabalho e perguntar ao colega sobre as suas hemorróidas.

 

Pelé: é comprimido ou é xarope?
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Infelizmente não, encontrei um comercial da horrendo da Marieta Severo, que é mais ou menos assim: ela chega na casa de uma mulher onde todos estão espirrando. Ela mal diz oi, já enfia uns comprimidos na dona da casa, dizendo que ali está a salvação da família. Oi? Incentivo à automedicação?

E como não encontrei o da Marieta, vai o do cocô na casa do Pedrinho, que não é comercial de remédio, mas é pior que purgante:
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Ah, se todos fossem como o comercial do Eparema:
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