E se fosse o show da Ashley?

Estádio do River Plate, 8 de dezembro de 2008, alguma coisa entre 18h e 22h, não sei. A sede me consumia, e o tiozinho que vendia copo de 300ml de Coca-Cola e Aquarius Pêra(!) por 10 pesos não chegava ao alto da platéia alta. Foi nesse cenário entre o desespero sedento e ansiedade de ver Madonna que pensei: e se fosse o show da Ashley?
— Hein?
É e se o nome dela fosse Ashley? Por que sério gente, alguém que recebe o nome de Madonna, vindo de uma mãe Madonna, só pode estar destinada ao sucesso. Madonna não serve para atendente do Wal-Mart, ou operadora de telemarketing. Vocês conseguem imaginar?
— Madonna, bom dia, em que posso estar lhe ajudando?
Não, Madonna nasceu para ser la reina del pop.
Argumentei com pessoal (todos na foto acima):
— Vocês teriam passado quase 25h dentro de um ônibus, se endividado de setembro a fevereiro se ela fosse Ashley?
Claro que não. Perde todo o glamour. Madonna só é Madonna, por que é Madonna, comprendem?
E juro que não tem nada a ver com a Aparecida Liberato, mas alguém que nasce Madonna, não vive pra ser Ashley! Jamais.
Depois de toda essa viagem minha, ficamos imaginando como seria a vida de Ashley Ciccone, com cinco bacuris ranhentos pra criar e a barriga molhando no tanque. Eu consegui matar minha sede, pela facada de 20 pesos.
E Madonna mostrou porque é Madonna, diva e única Rainha do pop
Neste domingo, com o show em São Paulo, a cantora encerrou a turnê mundial Sticky & Sweet, que penso pode ter sido a última. Sabem como é 50 anos…
E nunca nenhuma Ashley vai consegui mudar padrões na sociedade, mover multidões por único objetivo ou dançar duas horas sem parar com 50 anos. Ah, não vai mesmo!



Amém!
=D
Asssssshley!!!
Essa nem Jesus Luz salvaria!
amoo Ashley Tisdale