Ser Fã é Padecer no ParaÃso

Toda criança e/ou adolescente tem um Ãdolo. Aquela banda ou pessoa com a qual ela se identifica, com quem ela sonha, por quem ela faz as maiores loucuras. Desde o tempo das nossas mães e avós, que choravam pelo Elvis, pelos Beatles ou pelo pessoal da Jovem Guarda, até hoje – quando a gurizada morre pelos Jonas Brothers e pela Miley Cyrus – o mercado da idolatria movimenta muito dinheiro, e faz a alegria dos jovens. Amar um Ãcone faz parte do nosso crescimento.
Mas se engana quem pensa que ser fã é exclusividade do pessoal que está com os hormônios em ebulição. Tem muito marmanjo viajando, comprando CDs e DVDs, e gastando os tubos para estar perto das bandas ou atores que admiram. Conheço gente que voou até o Rio de Janeiro por uma pequena chance de encontrar o Sylvester Stallone, que estava por aqui gravando o filme “Os Mercenários”. Aposto que você também conhece gente que já viajou quilômetros para assistir ao show da sua banda predileta.
E isso é o bom de ser fã na idade adulta: com uma profissão e a vida estabelecida, a gente pode se jogar sem arrependimentos nas aventuras. Pode gastar para encarar a estrada, e tem mais paciência para encarar filas gigantescas. Sem mencionar que os Ãdolos da idade adulta são para sempre, ao contrário da adolescência. Ou vai dizer que você ainda ama Menudos, New Kids On The Block, Spice Girls ou Backstreet Boys?



Como é intenso a paixão adolescente por um Ãdolo não? EU lembro de ficar sonhando dia e noite com Spice Girls e Backstreet Boys. Ainda bem que essa fase passa hehehe
como podemos amar tanto seres humanos que nem sabem da nossa existencia não é? sou apaixonada pela Anahà e pelo RBD, graças a Deus conseguir minha diva, mais uma coisa eu digo.. sei que esse amor não é apenas amor adolescente, é amor verdadeiro!