
E então, queridos leitores, o que estão fazendo aqui ao invés de comemorar?
Sexo é bom e faz bem para a pele. Vale tudo, desde que seja feito com segurança e consentimento de todos os envolvidos: sexo a dois, a três, a quatro, a cinco. Sexo entre pessoas do mesmo sexo. Sexo oral, anal, vaginal. Quem sabe hoje não é o dia de colocar aquela velha fantasia em prática? Quem sabe hoje não é o dia de dar um pulo em uma sex shop, levar uns acessórios para casa e dar aquela apimentada na relação?
Guardem os conceitos e preconceitos na gaveta e sejam felizes! Falem para o parceiro o que gostam e o que não gostam. Sejam francos e abertos ao novo, ao inesperado, ao prazer sem limites. Vai ali acordar o teu namorado de uma maneira especial, diva, e tenha um dia maravilhoso…
Hoje, limpando meu quarto, encontrei em um canto, displicentemente jogada, uma tanga fio-dental. Não, não pense que eu a perdi numa noite de sexo selvagem e perturbadoramente intenso, não. Eu não uso tangas fio-dental, me causam ojeriza.
Eu ganhei a peça pitoresca em uma pescaria de festa junina. Hahahaha! As primas do meu namorado colocaram a tanga vagabunda como prêmio. Pqp, até ser premiada com uma paçoca seria melhor. Fiquei passada quando começaram a parabenizar o meu namorado, que, graças ao Senhor, concorda que a famigerada tanga é esteticamente prejudicial, sem função afrodisíaca alguma. A teoria dele e a seguinte: quem precisa de lingerie para trepar, se para tal você precisa tirá-la? (more…)
Que Lara Croft que nada, o bom mesmo é pegar mulher no mundo real, meus caros amigos nerds. Melhor ainda se você puder desfrutar da combinação mulher + geekini (bikini + geek), nome dado a essa peça atroz abaixo, criada pelo designer francês John Nouanesing. Ele se baseou no joystick do clássico NES, aquele do console cinza, quadradinho (eu tenho um e guardo como tesouro).

O produto é um protótipo e a matéria que eu li não explica muito bem para quê servem os controles, se faz a mulherada correr, voar, cair na porrada, pular ou quebrar tijolos com a cabeça, mas acredito que você pode comprar um desses, presentear a sua namorada e descobir na intimidade do seu lar como funciona.
Ontem o caderno Feminino, do Estadão, publicou uma matéria sobre o Clube das Mulheres. Segundo a reportagem, é um local muito família, frequentado por mães e filhas. Os “modelos” são todos homens casados, e são proibidos de ter qualquer tipo de relacionamento com as espectadoras além daquele que se desenvolve em cima do palco. As mulheres não podem passar a mão nas partes íntimas, e no final do show vai todo mundo para casa, feliz da vida. Eles, com os bolsos cheios. Elas, nem imagino porquê.
A reportagem da Ciça Vallerio me pareceu deveras cor de rosa, e digo isso com conhecimento de causa. Sim, eu já fui em um clube de strip masculino. E digo mais: três vezes. Na primeira vez, fui a uma despedida de solteira de uma pessoa que eu nem conhecia, movida pela minha curiosidade e atração pelo submundo do sexo. Na entrada da casa, localizada na zona mais trash de Porto Alegre, a primeira surpresa: patricinhas arrumadinhas na fila, trocando idéias. Sim, aquelas meninas bonitas e bem arrumadas eram habitués da casa. Já me deram várias dicas: quem eram os melhores dançarinos e outras coisas. Era noite de open bar, mas estavam servindo uma cidra tão sem-vergonha que após o segundo gole uma azia daquelas me torturava. As câmeras fotográficas foram confiscadas na entrada da casa, que tinha nome de mulher e uma pantera como logotipo. (more…)
Virou moda. Muito antes da música “I Kissed a girl” da Kate Perry (ouça aqui) estourar nas paradas mundo afora, meninas já andavam por aí pegando outras meninas. Não por amar mulheres, por ser essa a sua natureza. Mas para parecerem moderninhas. Ter uma moçoila a tiracolo virou um acessório quase tão imprescindível quanto o All Star nos pés ou o modelito vintage. Em qualquer festa eletro-rock que se preze, são dezenas de “casais” de garotas, para alegria dos meninos que assistem à cena. Muitas vezes eles se juntam, e aí a coisa vira… ih, não tenho nem nome para isso!
Quem me conhece sabe que estou bem longe de ser puritana. Tenho amigos e amigas gays, hetero, bi e até pansexuais. Acho que cada um faz o que quer, desde que não faça mal a ninguém. O que me preocupa é a glamourização de uma situação que nem sempre é glamourosa. (more…)