A lei seca e os bebuns inconsoláveis
Foi aprovada no último dia 20 a lei número 11.705, popularmente conhecida como a lei seca. Segundo o texto, o motorista que for flagrado com QUALQUER quantidade de álcool no sangue vai pagar multa de mais de R$ 950, perder a carteira por 12 meses e, dependendo do nível da bebedeira, pode ir direto para o xilindró. Aplausos aos nossos não tão nobres deputados, que finalmente tomaram uma atitude contra a carnificina do trânsito brasileiro.
Quem me conhece sabe que eu gosto de beber. Gosto de beber muito, dar risada e eventualmente até fazer umas bobagens. Meus melhores amigos são adeptos do tragoléu, e qualquer pessoa que seja conhecida como “esponja” ou “funil” tem grandes chances de conquistar a minha simpatia imediata. Mas não vamos confundir alhos com bugalhos: uma coisa é beber, e outra é dirigir enxergando tudo meio embaralhado, com os sentidos alterados. Elas não se misturam, porque a chance de fazer uma bobagem é grande demais. Clique para ler o post completo
O que leva uma mulher a fazer isso?
Rufem os tambores: estréia neste momento uma nova sessão aqui no blog. Diva Responde é a oportunidade que as leitoras procuravam para tirar as suas dúvidas sobre a vida, sobre moda, sobre beleza, sobre relacionamentos, sobre filosofia, sobre qualquer coisa. Nossa primeira pergunta veio via Google, portanto a autora (ou o autor) não foi identificada(o), então vamos chamá-la de “criança em dúvida”.
Dizem que são os gatos que escolhem os donos. Pois bem, fui escolhida por uma bela gatinha cinza, que poderia muito bem ser irmã da Clara (essa coisa fofa da foto, que já mora por aqui há tempos). A tal gata, pelo que andei averiguando, foi abandonada em um terreno próximo à minha casa por uma família estúpida que estava de mudança. No terreno ela ficou, sem comida e nem carinho, até que percebeu que aqui moravam dois gatos. Ela foi chegando, subia no muro para dar uma espiada e andava por aqui de noite, até o dia que ficou de vez. Muito apanhou dos moradores originais, mas resistiu bravamente e hoje está adaptada à rotina da casa. O problema é que minha mãe e meu filho insistem em chamá-la de Mimosa. Ah não, né?



Últimos comentários